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Quais serão as futuras decisões dos bancos centrais? Se o FED não aumentar os juros, teremos uma recessão global?

  

Nenhuma imagem ou texto devem ser tomados como indicação de investimento. Todo o conteúdo a seguir deve ser visto apenas com fins educacionais

O artigo abaixo irá apresentar as notícias que podem impactar os pares de moedas. É importante lembrar que preços de entrada e saídas são feitos pela análise gráfica, trataremos sobre nas discussões abaixo.

Pontos dos eventos significativos a serem observados:

-Relatório do núcleo de índices do preço ao consumidor para o dólar americano, representam a maior parte da inflação geral. A inflação é importante para a valorização da moeda porque o aumento dos preços leva o banco central a aumentar as taxas de juros em respeito ao seu mandato de contenção da inflação;

-Teremos também os dados sobre o preço médio de vários bens de consumo e serviços no dólar americano, este dado é mostrado e depois comparado com amostragem anterior, tanto do mês como a comparação do ano;

-Relatório da política monetária do banco da Inglaterra, Ele fornece informações valiosas sobre a visão do banco sobre as condições econômicas e a inflação – os principais fatores que moldarão o futuro da política monetária e influenciarão suas decisões sobre taxas de juros;

-Expectativa de inflação para o dólar neozelandês podem se manifestar em inflação real, principalmente porque os trabalhadores tendem a pressionar por salários mais altos quando acreditam que os preços irão subir;

Pontos altos e baixos da semana passada:

-Alteração das taxas federais para o dólar australiano, dólar americano e euro. A decisão da taxa geralmente é precificada no mercado, portanto, tende a ser ofuscada pela Declaração do FOMC, que é focada no futuro;

-E por sair os dados de taxas federais, nesta mesma semana, teremos o relatório de estabilidade financeira do FOMC, e neste relatório ocorre avaliações das condições do sistema financeiro e dos riscos potenciais à estabilidade financeira – as evidências sobre tensões e desequilíbrios podem fornecer informações sobre o futuro da política monetária;

-Taxa de desemprego, mudanças de emprego para o Canadá, esses dados é a Porcentagem da força de trabalho total que está desempregada e procurando emprego ativamente no mês anterior;

-A política monetária do dólar australiano também estará em foco esta semana, Ele fornece informações valiosas sobre a visão do banco sobre as condições econômicas e a inflação;

Após semana passada com tantas turbulências nas moedas, dados econômicos, alterações de taxas de juros dentre outros relatórios. Esta semana teremos uma semana tranquila, com poucas notícias que impactem o mercado. Mesmo diante de uma semana mais calma, ainda teremos boas oportunidades de negócios.

Pontos de Discussão – Federal Reserve System (Dólar Americano)

Se havia uma mensagem que o Federal Reserve (Fed) queria deixar claro após o fim da reunião do Federal Open Market Committee (FOMC) em 3 de maio, era que ele se reserva o direito de permanecer hawkish. Ou seja, ainda que pensemos que a alta dos juros dos fundos federais em maio foi a última desse ciclo e que o Fed vai fazer uma pausa, o ambiente inflacionário continua, no mínimo, arisco. Ao mesmo tempo, esperamos uma recuperação na inflação mensal assim que o relatório do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) de abril for divulgado na próxima semana, o que pode manter a taxa ano a ano quase inalterada em relação à taxa ano a ano do mês anterior.

Além disso, a divulgação de quinta-feira do relatório de Produtividade e Custo Unitário do Trabalho durante o primeiro trimestre do ano se somou ao relatório do Índice de Custos de Emprego da semana passada e nos lembrou, e aos funcionários do Fed, do caminho ainda difícil pela frente para continuar a reduzir a inflação. Na semana passada, vimos que o Índice de Custo do Emprego aumentou cerca de 1,2% durante o primeiro trimestre do ano, em relação ao trimestre anterior, e 4,7% a uma taxa trimestral anualizada. O relatório de Produtividade e Custo Unitário do Trabalho desta semana mostrou que a produtividade caiu 2,7% a uma taxa anualizada durante o primeiro trimestre, levando o custo unitário do trabalho a uma taxa exagerada de 6,3% durante o trimestre, depois de ter enfraquecido consideravelmente nos trimestres anteriores. Assim, a esta taxa de crescimento, O presidente do Fed, Jerome Powell, em sua coletiva de imprensa, deixou claro que uma pausa nos aumentos de juros não havia sido decidida durante a reunião do FOMC e que a instituição seria impulsionada pelos dados recebidos, o que não é diferente do que sempre se diz. No entanto, esse tipo de resposta normalmente não é apreciado pelos mercados, pois continua a gerar incerteza sobre o caminho a seguir para as taxas de juros. Antes da reunião, os mercados já estavam prevendo um pivô do Fed, mas se houver a possibilidade de o Fed continuar a aumentar as taxas de juros daqui para frente, esse pivô será adiado mais uma vez e sabemos que os mercados não gostam da incerteza. Os mercados buscam certeza no fim deste ciclo de aperto, mas o Fed permaneceu impassível com sua insistência em mais clareza sobre uma taxa terminal.

Questões bancárias podem pressionar ainda mais os empréstimos bancários

Ninguém sabe exatamente o quão ruim as questões bancárias vão ficar e/ou se vão levar a mais contágio no resto do setor financeiro. No entanto, o que sabemos é que o FDIC e o Fed estarão lá para apoiar e reduzir a gravidade das corridas aos bancos e possíveis falências de bancos, como tem feito desde o início da turbulência em meados de março e como aconteceu na década de 1980 com a crise de poupança e empréstimo e durante a Grande Recessão.

Dito isto, o setor bancário continua em ótima forma, medido pelas reservas do setor bancário, que permanecem extremamente altas em comparação com o período anterior a 2008, quando o Fed não pagava juros sobre as reservas bancárias. Hoje, o Fed paga juros sobre as reservas, então os bancos estão ganhando uma taxa decente por manter as reservas no Fed, o que permite ao Fed reduzir a quantidade de liquidez e ajuda ainda mais a reduzir o crédito disponível na economia.

Assim, devemos esperar alguma contração adicional no crédito disponível para empresas e consumidores, especialmente aqueles que já estão limitados por altos índices de endividamento. Ou seja, a continuidade das emissões bancárias vai complementar o trabalho do Fed, que há mais de um ano aumenta os juros para limitar o crescimento do crédito.

Pontos de Discussão – Banco Central da Inglaterra (Moeda Britânica)

Após as decisões do FOMC e do BCE na semana passada, a tocha do banco central será agora passada para o BoE, que entregará sua decisão na quinta-feira. Um aumento de 25 bps é principalmente precificado, então os holofotes recaíram sobre pistas e sugestões sobre como as autoridades planejam seguir em frente. Os IPCs dos EUA também atrairão atenção especial, já que os investidores estão tentando descobrir se o Fed fará uma pausa ou aumentará mais uma vez em junho.

Quais os próximos passos do BOE?

Na última reunião de março, o BoE aumentou as taxas de juro em 25 pontos base, marcando a 11.ª subida consecutiva deste Banco. No entanto, as autoridades minimizam o aumento surpreendente da inflação em fevereiro e mantiveram uma visão cuidadosa sobre seu futuro curso de ação, dizendo que mais aperto seria necessário se houvesse evidência de pressões de preços mais persistentes.

Desde então, os dados mostraram que a inflação desacelerou menos do que o esperado, com a taxa anual permanecendo ligeiramente acima de 10%, o que permite aos investidores precificar cerca de 60 pontos-base de aumentos adicionais nas taxas até o final deste ano. Para este encontro, eles estão atribuindo uma chance de quase 85% para outro aumento de um quarto de ponto, com os 15% restantes apontando para nenhuma ação.

Portanto, é improvável que um aumento de 25bps por si só abale a libra. Qualquer reação do mercado pode advir do comunicado, da ata e/ou das projeções econômicas atualizadas. Em fevereiro, o Banco projetava que a inflação do IPC encerraria o primeiro trimestre em 9,7% e desaceleraria para 3,0% em 12 meses. Portanto, revisar para cima ou mesmo manter o caminho pode permitir que os investidores continuem precificando mais aumentos, mesmo que as autoridades repitam a mesma orientação cautelosa.

Com a expectativa de que o Fed corte as taxas em cerca de 75 pontos-base até o final do ano, o caminho de menor resistência para libra/dólar provavelmente permanecerá para cima, mesmo que uma reiteração da orientação anterior resulte em um pequeno revés. O que pode distorcer as perspectivas pode ser uma desaceleração maior do que o esperado na primeira estimativa do PIB do Reino Unido para o primeiro trimestre, que deve ser divulgada na sexta-feira, juntamente com os dados comerciais do país de março.

Calendário Econômico para a Semana

Vejamos quais são as principais notícias para essa semana:

– Quarta-feira-feira, 10 de maio de 2023, 09:30 – Núcleo do índice de preço ao consumidor no dólar americano, índice de preço ao consumidor do mês de abril e comparado ao ano anterior;

– Quinta-feira, 11 de maio de 2023, 08:00 – Relatório de política monetária do banco central inglês, votos da taxa básica oficial e resumo da política monetária da Inglaterra;

– Quinta-feira, 11 de maio de 2023, 09:30 – índice de preço ao produtor do mês de abril, núcleo do preço ao produtor para o dólar americano; Reivindicações de desemprego;

– Sexta-feira, 12 de maio de 2023, 00:00 – Expectativas de inflação para a moeda do dólar neozelandês.

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