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Será que veremos um cenário econômico apertado para a Nova Zelândia?

  

Nenhuma imagem ou texto devem ser tomados como indicação de investimento. Todo o conteúdo a seguir deve ser visto apenas com fins educacionais

O artigo abaixo irá apresentar as notícias que podem impactar os pares de moedas. É importante lembrar que preços de entrada e saídas são feitos pela análise gráfica, trataremos sobre nas discussões abaixo.

Pontos dos eventos significativos a serem observados:

-Essa semana podemos esperar o relatório do índice dos gerentes de compras que nos orienta como está a temperatura do comércio na moeda inglesa;

-O mundo estará de olho na Taxa oficial de dinheiro da nova Zelândia;

-O governador do RBNZ (Banco de Reserva da nova Zelândia) decide onde definir a taxa depois de consultar a equipe sênior do banco e consultores externos;

-Teremos o PIB preliminar do EUA, É a medida mais ampla da atividade econômica e o principal indicador da saúde da economia;

Pontos altos e baixos da semana passada:

-Ficamos de olho no núcleo de preço do nosso varejo, industrial e agricultor no dólar;

-Dólar conseguiu um bom desempenho frente ao euro nesta semana, porém sem muita liquidez;

-Saiu o relatório com expectativa de inflação na Nova Zelândia, com 3,30%, diminuindo frente ao último relatório;

-Taxa de desemprego na Australia está com um péssimo desempenho frente ao mês anterior, relatório saiu acima do esperado, levando a desvalorização da moeda.

Pontos de Discussão – Questões sobre a Política monetária e o ciclone (Moeda da Nova Zelândia)

O Banco central da nova zelândia deve adiar o aumento das taxas de juros em sua reunião da próxima semana, enquanto o país lida com o impacto devastador do ciclone Gabrielle, diz o Kiwibank.

Economistas estão avaliando se o banco central pode aumentar a taxa básica de juros em 50 ou 75 pontos-base na próxima quarta-feira, enquanto busca esfriar a inflação.

Mas os economistas do Kiwibank disseram em nota na quinta-feira que o Reserve Bank deveria interromper seu ciclo de alta enquanto o país lida com o impacto devastador das recentes inundações e do ciclone Gabrielle.

“A conversa sobre uma alta de 50bp, ou mesmo de 75bp, deve ser descartada”, disse Kiwibank. “O esforço de comunicação em explicar tal movimento no meio de uma crise seria difícil, para dizer o mínimo. E não é garantido.”

O banco central sempre pode retomar seu ciclo de aperto em abril, se necessário, disseram eles.

Pressionar a pausa em um aumento da taxa de juros faria com que as taxas de juros no atacado caíssem e as taxas de empréstimo diminuíssem, disseram eles.

“Alívio temporário, de todos os tipos, é necessário em tempos de crise”, disseram eles.

Eles observaram que a necessidade de aumentar agressivamente as taxas de juros não era mais justificada depois que um relatório mostrou que a inflação estava mais fraca do que o esperado no final do ano passado em 7,2%, em comparação com a expectativa do Reserve Bank de 7,5%, sugerindo que pode ter atingido o pico antes do esperado.

“Uma pausa do RBNZ na próxima semana seria bem-vinda pela maioria dos Kiwis e destacaria que as autoridades estão cientes dos danos econômicos infligidos”, disseram eles.

“O governo declarou estado de emergência nacional. Há danos significativos nas principais infraestruturas, edifícios e habitações. E haverá graves danos às plantações e fazendas. Muitas empresas e famílias também perderam renda com a incapacidade de negociar durante as enchentes.

“As estimativas do impacto econômico total estão agora na casa dos bilhões, não milhões.”

É provável que haja um aumento acentuado na atividade econômica à medida que a nação se reconstrua após o desastre, o que seria inflacionário, especialmente na construção que já tinha capacidade limitada, observou o Kiwibank.

Pontos de Discussão – Inflação e Recessão nos EUA (Moeda Norte-Americana)

Os dados econômicos dos EUA divulgados nesta semana indicaram que o risco de recessão foi mais uma vez postergado, mesmo diante o cenário consecutivo de aumento de juros e o processo lento de desinflação. Dos dados do CPI, a inflação ao consumidor acelerou para 0,5% em janeiro no comparativo mensal, revisado de (-0,1%) para 0,1%, acumulando em 12 meses 6,4% ante 6,5% observado em dezembro.

A explicação para a inflação tem como cerne o mercado de trabalho que atingiu a marca de 3,4% de desemprego, menor que o período pré-pandemia (3,5%), corroborando com pressões sob o núcleo de inflação, este que exclui alimentos e energia, com alta de 0,41%, ou seja, há sinais de uma tendência inflacionária desafiadora. Em outras palavras, os dados de inflação ao consumidor americano um ambiente desafiador para o processor de desinflação nos próximos meses.

Em linha com o cenário de demanda aquecida, as vendas no varejo, também de janeiro, avançaram 3,0%, ante expectativa de avanço em 1,8%, fortalecendo a tese de que os impactos, ainda que defasados, da escalada dos juros ainda estão longe de serem verificados na atividade econômica.

Impactos no mercado

Diante do impasse do Federal Reserve na última decisão de juros que decidiu pela elevação de 25 pontos-base nos Fed Funds e levantou um tom dovish para as próximas decisões, os dados atuais tanto de inflação quanto de atividade econômica contradizem à proximidade do fim da escalada de juros para este primeiro trimestre.

Ou seja, diante a concretização de um cenário de juros mais altos e por um período maior na economia americana, um dos impactos no mercado será a continuidade de um dólar forte frente aos seus pares no curto e médio prazo, cenário o qual se contrapõe às expectativas do mercado da semana passada para a moeda americana.

Neste ínterim, diante a escalada dos juros, seria factível esperar por uma resposta negativa do mercado de risco, como o acionário e de criptoativos no curto prazo, contudo, os atuais dados da economia americana ainda não indicam sinais de recessão, fortalecendo a expectativa positiva para esses mercados.

Calendário Econômico para a Semana

Temos uma semana de muitas expectativas, portanto aconselho cautela nas tomadas de decisões:

-Terça-Feira, 21 de fevereiro de 2023, 22:00 – Taxa oficial de dinheiro, Declaração da política monetária do banco central da Nova Zelândia;

-Quarta-Feira, 22 de fevereiro de 2023, 16:00 – Ata do membro do FOMC;

-Quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023, 10:30 – PIB dos EUA;

-Sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023, o dia todo – Reunião da G20.

Credit: Sheila Dalmaschio

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