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O mundo de olho nas alterações das taxas de juros dos bancos centrais.

  

Nenhuma imagem ou texto devem ser tomados como indicação de investimento. Todo o conteúdo a seguir deve ser visto apenas com fins educacionais

E aí, amigos, como estão? Nesse estudo de hoje iremos compreender mais a fundo como podemos utilizá-las moedas no atual momento para ter melhores lucros. Lembrando que tudo aqui compõem uma avaliação especulativa que tange às possibilidades de acertos. Estejam abertos a compreender a essência do artigo.

O artigo abaixo irá apresentar as notícias que podem impactar os pares de moedas. É importante lembrar que preços de entrada e saídas são feitos pela análise gráfica, trataremos sobre nas discussões abaixo.

Pontos dos eventos significativos a serem observados:

-Essa será uma semana tranquila sem muitas preocupações porém com o olhar voltado para a fala do Jerome Powell, sobre o futuro do Dólar;

-A previsão do PIB inglês com a expectativa de 0,1%;

-Possibilidade do USD/BRl chegar a 5,30 ainda essa semana;

-Mercado absorve a fala do Jerome Powell como Dovish.

Pontos altos e baixos da semana passada:

-Essa semana nós temos alterações das taxas de juros para os EUA quanto para a Europa;

-EUA fecha dados sobre a rotatividade de trabalho com números positivos, bom para a moeda pois está conseguindo acolher a demanda do país;

-Alteração das taxas de juros federais dos EUA, a meta estabelecida é a que foi entregue de 4,75%;

-Taxa dos juros ingleses de 4%, mantendo também a meta.

Pontos de Discussão – Dólar e a Fala do Jerome Powell (Moeda Norte-Americana)  

O mercado reage nesta semana aos últimos dados da economia americana, como o payroll acima do esperado, mas também às decisões de política monetária dos Estados Unidos e do Brasil, que vieram conforme as expectativas. Enquanto isso, o governo eleito critica as explicações do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a Selic, o que não é bem-visto pelo mercado, na visão do banco BR Partners.

Tabela extraída do Investing.com, analisada por Sheila Dalmaschio
Tabela extraída do Investing.com, analisada por Sheila Dalmaschio

Começando pelo FOMC, a alta dos juros em 0,25 ponto veio dentro do esperado, mas o discurso veio um pouco diferente do que o mercado estava projetando. O comunicado veio hawkish, como o mercado esperava, reconhecendo aparentemente o pico da inflação, mas oferecendo poucos sinais para sugerir que qualquer pivô inicial esteja em jogo no trâmite do Banco Central americano.

O FOMC reconheceu também que os salários pressionam, diante de uma inflação elevada. O Fed sinalizou que aumentos contínuos serão apropriados para a condução de uma de uma política monetária restritiva e deixou a entender que um novo ritmo de alta, uma continuação 0,25 ponto, tende a ser adotada na próxima reunião.

No entanto, o mercado entendeu as falas posteriores de Jerome Powell de uma maneira dovish. Powell acredita fortemente que será possível conseguir trazer a inflação para 2% sem aumentar de uma forma drástica o desemprego e reduzir o crescimento econômico americano. Então, o mercado enxergou de uma maneira positiva.

O FOMC enfatizou muito o que a gente chama de soft landing, que seria o pouso suave da economia americana. Houve o primeiro reconhecimento do processo desinflacionário no país, o que foi muito importante, indicando que as expectativas inflacionárias estão ancoradas. Foi um discurso mais ameno para a mercado.

A gente acredita que vai ter mais uma alta de 0,25 ponto, praticamente o consenso a mercado também. Para a próxima reunião em maio, o Fed deve estancar essa alta de juros, deve analisar esse efeito da política monetária via inflação. No segundo semestre, caso essa inflação realmente ela faça esse pivô, o Fed pode entrar cortando a taxa de juros em até 50 bps no final do ano.

Para complementar, o que a gente tem visto aqui no próprio discurso do Fed é que o que vinha causando muita inflação dos Estados Unidos ainda era resquícios de altas nos preços de tradeables, muito em função dessas questões de China, da guerra da Ucrânia, entre outros fatores. E o Fed começa a reconhecer que essas pressões inflacionárias estão diminuindo, então cada vez mais está focando a política monetária para a questão de emprego e consumo.

Pontos de Discussão – BRL e a possível troca do presidente do Banco Central (Moeda Sul Americana/ Brasil)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou nesta segunda-feira de “vergonha” a explicação do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central para o atual patamar da taxa de juros e pediu que a classe empresarial e a sociedade reclamem do nível da taxa Selic, hoje em 13,75% ao ano.

Na cerimônia de posse de Aloizio Mercadante como presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no Rio de Janeiro, Lula disse ainda que não existe justificativa para o atual patamar dos juros e voltou a afirmar que não existe necessidade de um Banco Central formalmente independente do governo, como ocorre atualmente.

“A classe empresarial precisa aprender a reivindicar, precisa aprender a reclamar dos juros altos. Precisa aprender a reclamar, porque quando o Banco Central era dependente de mim, todo mundo reclamava. O único dia que a Fiesp falava era quando aumentava os juros”, disse Lula em seu discurso.

Vejamos a seguinte questão:

A discussão sobre a meta de inflação abre brecha para abertura de queda da Selic ou reforça a manutenção da taxa em patamar restritivo por mais tempo? Quando pode começar a reversão?

Após o Copom, o mercado previa uma manutenção da taxa, o que aconteceu, mas o Roberto Campos Neto teve um discurso muito duro, muito direcionado para a classe política, focando na questão fiscal e nos ataques que ele vem sofrendo pelo novo governo em relação tanto a independência do Banco Central como a essa questão da meta de inflação, que vem desancorando. O Lula já está chamando Roberto Campos de “esse cidadão”. Isso é ruim, né?

Além disso, os problemas fiscais seguem no radar.  Algo muito importante que pode impactar a inflação é essa retirada da desoneração dos combustíveis, que o Haddad tinha prometido acabar no começo do governo, mas foi meio voto vencido. Ainda há a própria discussão do salário-mínimo, que o Lula quer dar um aumento real maior. E ainda temos as tratativas do que vai ser o novo arcabouço fiscal.

O mercado também ainda está tentando digerir através desses passos do governo se o Lula vai ser um Lula do passado ou vai adotar um viés um pouco mais Dilma. Então o mercado ainda está tentando entender um pouco disso.

Temos outra variável importante no curto prazo que é a troca do nosso diretor de política monetária, o Bruno Serra. O Roberto Campos quer trazer uma pessoa de mercado e o governo está tentando trazer alguém mais do front político. Tudo isso mexe muito com as expectativas de inflação.

O consenso era de que em agosto a gente começaria a ver o Banco Central reduzindo juros. Isso já passou para a reunião de setembro e um pouco para a reunião de outubro.

A gente acha que o Banco Central dificilmente vai subir mais juros, somente se recados que ele está dando para classe política não surtirem efeito, então eu estou com a cabeça de que a gente pode terminar o ano talvez até acima de 13,25%.  Mas eu continuo trabalhando com a hipótese de que a gente ainda deve ter um corte de 0,50 ponto neste ano.

Calendário Econômico para a Semana

Uma semana tranquila com altas expectativas sobre os preços:

– Segunda-Feira, 06 de fevereiro de 2023, 07:00 – Presidente do Banco Central Europeu, Lagarde;

– Terça- feira, 07 de fevereiro de 2023, 10:30 – Balança Comercial;

– Quinta-feira, 09 de fevereiro de 2023, 09:00 – CPI Índice de preço de consumidor;

– Sexta-Feira, 10 de fevereiro de 2023, 15:00 – Fed Walter.

Credit: Sheila Dalmaschio

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