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Sem preocupações com a inflação com o Dólar, mas podemos ter uma recessão?

  

Nenhuma imagem ou texto devem ser tomados como indicação de investimento. Todo o conteúdo a seguir deve ser visto apenas com fins educacionais

E aí, amigos, como estão? Nesse estudo de hoje iremos compreender mais a fundo como podemos utilizá-las moedas no atual momento para ter melhores lucros. Lembrando que tudo aqui compõem uma avaliação especulativa que tange às possibilidades de acertos. Estejam abertos a compreender a essência do artigo.

O artigo abaixo irá apresentar as notícias que podem impactar os pares de moedas. É importante lembrar que preços de entrada e saídas são feitos pela análise gráfica, trataremos sobre nas discussões abaixo.

Pontos de Discussão – DXY (Cesta de moedas contendo o Dólar) 

Iniciamos mais uma semana com muitas notícias sobre o dólar. Tivemos uma Série de notícias e a possibilidade de o Fed reduzir sua taxa de juros o que pode levar a uma inflação. Parece que as apostas na inflação estão sendo superadas pela preocupação com a redução das taxas de juros. A expectativa consensual é que os EUA registram dois trimestres consecutivos de crescimento real negativo do PIB no primeiro semestre de 2022

O mercado de títulos americanos finalmente parece estar mostrando que as preocupações com a inflação ficaram para trás e que o principal risco macro neste momento é uma recessão global.

Os preços mais altos das treasuries na semana passada e seu menor rendimento provavelmente foram gerados pelo índice de atividade industrial ISM abaixo de 50. Vale lembrar que o nível de 50 é a linha que demarca um crescimento ou uma contração na economia doméstica. Veja os dados abaixo.

Tabela criada no Investing.com, analisada por Sheila Dalmaschio

Ocorre, no entanto, que o mercado de trabalho americano continua aquecido, como mostrou o relatório mensal divulgado na sexta-feira, que veio acima das expectativas.

Os dados de novembro indicam que foram criados 263.000 novos postos de trabalho, porém o mais impressionante foi a alta de 0,6% nos ganhos médios por hora trabalhada em relação ao mês anterior. Para justo, o número de horas trabalhadas acabou ficando abaixo das expectativas.

Tabela criada no Investing.com, analisada por Sheila Dalmaschio

Em combinação com o forte avanço anual de 5,1% e uma inflação básica de 5,0%, os números podem ser distorcidos para mostrar um crescimento real positivo dos salários em relação ao mesmo período de 2021. Mesmo assim, em minha visão, o peso das evidências está na ação dos preços das treasuries. Com uma inversão de quase 80 pontos-base na curva de juros e uma taxa básica terminal de quase 5%, após a reunião de política monetária de maio do próximo ano, os dados econômicos futuros provavelmente responderão de forma diferente. O foco deve mudar para o desempenho ruim da economia no primeiro semestre do ano que vem.

Com os dados dos EUA caindo cada vez mais e os membros do Fed (mais especificamente o presidente do FOMC, Powell) inclinados para uma alta de 50 pontos-base em dezembro, há um impulso na correção do USD. Continua a ser alimentado pela tendência descendente para os rendimentos do Tesouro dos EUA. Com os rendimentos dos EUA e o dólar ainda fortemente correlacionados negativamente, o rendimento de 10 anos dos EUA quebrando decisivamente abaixo de 3,56% seria uma quebra confirmada que abriria mais queda para o dólar. Isso deixaria o índice do dólar se movendo decisivamente abaixo da mínima de agosto em 104,64 e completaria um grande topo.

Embora o ISM e o Sentimento de Michigan sejam observados, há uma falta de dados significativos esta semana. O foco estará nos últimos dias antes do início do período de “blecaute” do Fed e em qualquer palestrante do Fed na programação.

Pontos de Discussão – OURO (Commodities Xau/Usd)

Na semana passada falamos da possibilidade de o Ouro chegar no preço dos 1800 a 1850 influenciado por algumas circunstâncias:

-Desvalorização do dólar pode ajudar o ouro a voltar para a região dos US$ 1800-1850.

-Taxa dos títulos americanos volta para baixo de 3,85%, importante suporte.

-Mesmo uma queda no curto prazo para US$ 1.721 pode não alterar o repique no gráfico mensal.

Dentro do cenário gráfico que encontramos o Xauusd, ele mantém seu viés de alta conforme falamos na semana passada, ele faz uma formação de bandeira de alta nos apresentando que há chances maiores dessa região dos 1800 ser um ponto de pivô para o início de um novo ciclo de baixa, essa nova movimentação de baixa está ligada ao aumento do valor do índice do dólar e aos tressuries.

Gráficos elaborada por Sheila Dalmaschio, criado com Trading View.

Para recordá-los, na semana passada desenhamos esse cenário das possibilidades de o ouro alcançar esse nível e a formação da bandeira de alta não estava evidente. Vejam:

Gráficos elaborada por Sheila Dalmaschio, criado com Trading View.

A Oanda afirma em relatório que o ouro era pressionado após a economia dos Estados Unidos ter dado um sinal de que permanece “robusta”, na leitura do índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) de serviços do Instituto para Gestão da Oferta (ISM), que surpreendeu ao avançar a 56,5 em novembro. Para a Oanda, o risco de mais aperto pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) diante das fortes pressões salariais deve prosseguir, e os investidores podem realizar lucros no ouro caso a onda de vendas de Treasuries acelere. A Oanda acredita que o ouro pode se consolidar abaixo de US$ 1.800 a onça-troy, mas complementa que uma movimentação para baixo sustentada dependeria de um novo catalisador inflacionário.

Calendário Econômico para a Semana

Essa semana teremos uma semana com mais tranquilidade frente às moedas mencionadas acima, porém ainda temos que estar vigilantes ao gerenciamento das nossas ordens de mercado. Vejamos:

– Quinta-Feira, 08 de Novembro de 2022, 08:30 – Reinvindicações de Desemprego no EUA. 

– Sexta-Feira, 09 de Novembro de 2022, 10:00 – Índice de preços ao Produtor no EUA

Credit: Sheila Dalmaschio

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