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O Ouro vai tocar a região dos 1800 a 1850?

  

Nenhuma imagem ou texto devem ser tomados como indicação de investimento. Todo o conteúdo a seguir deve ser visto apenas com fins educacionais

E aí, amigos, como estão? Nesse estudo de hoje iremos compreender mais a fundo como podemos utilizá-las moedas no atual momento para ter melhores lucros. Lembrando que tudo aqui compõem uma avaliação especulativa que tange às possibilidades de acertos. Estejam abertos a compreender a essência do artigo.

O artigo abaixo irá apresentar as notícias que podem impactar os pares de moedas. É importante lembrar que preços de entrada e saídas são feitos pela análise gráfica, trataremos sobre nas discussões abaixo.

Pontos de Discussão – DXY (Cesta de moedas contendo o Dólar)

Essa semana temos uma boa movimentação no Dólar de acordo com a abertura do mês de dezembro, nos trazendo mais informações sobre a possível direção do dólar.

O dólar operava perto da estabilidade frente às principais divisas nesta sexta-feira, prestes a encerrar a semana em queda, diante de sinais de flexibilidade por parte do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA).

Às 8h30 de Brasília, o Índice Dólar – DXY, que compara a moeda americana a uma cesta de seis divisas, avançava 0,18%, a 106,02, mas acumulava uma queda de cerca de 1% na semana, operando perto da mínima de três meses de 105,30 tocada na semana passada.

Gráficos elaborada por Sheila Dalmaschio, criado com Trading View.

O dólar passou a cair diante de expectativas de um ritmo menos agressivo de aperto monetário nos EUA, o que também fez com que as taxas dos títulos americanos recuassem até as mínimas de sete semanas no início desta sexta-feira.

“A ata do Fed surpreendeu pelo tom mais brando, ao respaldar elevações menores de juros e colocar em xeque a retórica de taxas mais altas por mais tempo de Powell”, disseram analistas do ING, em nota. “Tudo indica que o dólar ficará pressionado por mais tempo, mas provavelmente está incorporando uma grande parcela de fatores negativos relacionados ao Fed neste momento”.

Para essa semana, as atenções estarão voltadas à divulgação dos dados de empregos e crescimento no país e suas implicações para os juros.

O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego aumentou mais do que o esperado na semana passada, mas isso provavelmente não sugere uma mudança material nas condições do mercado de trabalho, que permanecem apertadas.

Tabela elaborada por Investing.com, analisada por Sheila Dalmaschio.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentaram em 17.000, para 240.000, na semana encerrada em 19 de novembro, disse o Departamento do Trabalho nesta quarta-feira.

Os dados da semana anterior foram revisados para mostrar 1.000 pedidos a mais do que informado anteriormente.

Os dados foram divulgados um dia mais cedo por causa do feriado de Ação de Graças na quinta-feira. O aumento da semana passada é muito provavelmente técnico, com os economistas observando que o modelo que o governo usa para ajustar os dados para as flutuações sazonais normalmente antecipa um aumento por causa do fechamento temporário de empresas relacionado aos feriados.

“Dadas as perturbações nos mercados de trabalho, os empregadores podem não estar dispostos a demitir pessoas, mesmo temporariamente, já que os empregadores continuam focados na retenção de empregados”, disse Isfar Munir, economista do Citigroup (NYSE:C).

“Em geral, a incerteza nas próximas semanas será grande, pois os padrões sazonais típicos relacionados aos feriados se chocam com o mercado de trabalho ainda atipicamente apertado.”

Pontos de Discussão – OURO (Commodities XAU/USD)

Inicialmente, vamos lembrar da nossa última análise. Nós esperávamos um toque na região dos 1800 como um preço forte de venda, no entanto o mercado respeitou o preço dos 1780, logo levando o ativo para um viés de venda e chegando na marca dos 1730. Hoje traremos novos pontos gráficos e fundamentalistas que possibilitam um bom negócio dentro destas regiões.

Acredito que esses três itens sejam os responsáveis por essa mudança:

-Desvalorização do dólar pode ajudar o ouro a voltar para a região dos US$ 1800-1850.

-Taxa dos títulos americanos volta para baixo de 3,85%, importante suporte.

-Mesmo uma queda no curto prazo para US$ 1.721 pode não alterar o repique no gráfico mensal.

Escrevemos sobre a possibilidade de o ouro romper o patamar de US$ 1800 por onça-troy, dependendo do comportamento do dólar e das taxas dos títulos americanos.

Porém, o mais importante é determinar qual deve ser a ação dos preços da moeda americana e das treasuries para que o ouro atinja nosso alvo.

Já afirmei que a frase “um não existe sem o outro” é a mais aplicável ao ouro no contexto da sua relação direcional com o câmbio e o rendimento dos títulos. Em poucas palavras, para que o metal amarelo continue se valorizando, pelo menos um dos outros dois ativos precisam perder valor.

O ouro, o dólar e as taxas das treasuries caminham de forma correlacionada, principalmente nos últimos tempos, em meio a expectativas de que o Federal Reserve promova uma alta de 50 pontos-base (pb) nos juros em 14 de dezembro, e não mais de 75 pb, como era esperado, realizando o tão falado “pivô”, ou mudança de postura.

Essa expectativa de virada na política monetária dos EUA se deve à constante redução da pressão inflacionária na forma dos preços ao consumidor e ao produtor. O banco central americano divulgou a ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto, responsável pela política de juros no país, reafirmando sua intenção de realizar o “pivô”.

O Índice Dólar, que compara a moeda americana a uma cesta de seis divisas, começou a semana com uma leve queda de 0,1%, depois de subir 0,6% na semana passada. Na quarta-feira à tarde na Ásia, o índice estava um pouco abaixo de 107.

A taxa do título de 10 anos dos EUA, que serve de referência para o mercado de treasuries, estava a 3,758, uma queda de 2% na semana, após se valorizar 0,5% na semana passada.

“Como o Índice Dólar e as taxas dos títulos são os principais vetores para o ouro, estamos em uma situação peculiar, com os três em queda”, afirmou o analista técnico Sunil Kumar Dixit, do site SKCharting.com. 

Dixit ressaltou que o Índice Dólar repicou a partir do suporte de 105,15 e testou 107,89 na semana passada, como projetamos. Ele acrescentou:

“Daqui para frente, se o DXY ficar abaixo de 107, pode testar a região dos 106,15 e eventualmente a mínima de 105,15, seguida de 104.50.”

“Essa desvalorização do índice dólar pode ajudar na recuperação do ouro para a região dos US$ 1800-1850.” Eu particularmente, acredito nesta região pois ela ‘cruza’ com o ponto de 50% do movimento de queda que ocorre desde fevereiro, dando um excelente ponto de pivô para esse ativo.

Gráficos elaborada por Sheila Dalmaschio, criado com Trading View.

No caso da taxa dos títulos americanos, uma queda abaixo de 3,85%, acabará fornecendo suporte para o ouro.

“Assim como o índice dólar, a perda de 3,67 e 3,50 no rendimento ajudará o ouro a subir e superar a máxima de US$ 1786 e seguir para a zona projetada.”

Já o ouro propriamente dito, os gráficos apontam para uma alta contínua no curto prazo, mesmo que a onça venha a cair para US$ 1730. Entendo que os próximos níveis de interesse são US$1721-1711-1701.

“Uma correção para US$ 1786-1732 no ouro, o que corresponde a uma queda de US$ 54, pode fazê-lo recuar para US$ 1721, um recuo de US$ 65 em relação ao pico, não mudando o cenário de alta para o metal no gráfico mensal.”

Mas, para que isso aconteça, é preciso que haja sinais claros em relação ao dólar, com uma queda para 104,50, e à taxa de dez anos, com um recuo para 3,5 e 3,2. Esperaremos esse cenário para que possamos reavaliar ou confirmar nossa visão gráfica.

Calendário Econômico para a Semana

Essa semana teremos uma semana com mais tranquilidade frente às moedas mencionadas acima, porém ainda temos que estar vigilantes ao gerenciamento das nossas ordens de mercado. Vejamos:

– Quarta-Feira, 30 de Novembro de 2022, 08:30 – PIB – Produto Interno Bruto EUA

– Quarta-Feira, 30 de Novembro de 2022, 10:00 – JOLTS Vagas de Emprego no EUA

– Quinta-Feira, 01 de Novembro de 2022, às 08:30, horário de Brasília – Núcleo PCE Índice de preço.

– Quinta-Feira, 01 de Novembro de 2022, às 10:00, Horário de Brasília – Índice de Gerentes de Compras.

– Sexta- Feira, 02 de Novembro de 2022, às 08:30, Horário de Brasília – Ganhos Médios por Hora.

– Sexta- Feira, 02 de Novembro de 2022, às 08:30, Horário de Brasília – Taxa de Desemprego EUA.

Credit: Sheila Dalmaschio

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